quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

...verdades...

O afeto se desenvolve na medida em que conhecemos alguém e o imaginamos, e fenece quando o vemos de verdade. Para isso só tem duas saídas; ou jamais conhecermos de fato nosso cônjuge ou conhecê-lo, deixar a atração ilusória morrer e nos afeiçoarmos de novo pelo real. Xiiiiii Essa segunda opção é quase impossível, não é? Quem é que gosta do real? Só os mais corajosos e criativos, a maioria corre em busca da próxima ilusão. Por isso temos a fantasia que na convivência deixamos de gostar do parceiro (a).

Acredito que só experimentamos amor mesmo, depois da primeira morte dele, é quando outro afeto renasce em bases mais firmes e verdadeiras. Então (...) O amor nasce, morre e renasce dentro da convivência, se a gente deixar, num contínuo infinito.

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