quinta-feira, 28 de junho de 2012

O Sonho de Um Visconde - Fresno

.
.
.
Eu sonhei que o mar me engolia, me tirava o ar...
Experimentei a paz de ver que eu não iria mais voltar.
Eu vi que o céu é só mais uma ilusão,
E escrevi num papel pra me lembrar ao fim do furacão...
Precisei voar pra bem longe só pra ver:
Serei sempre eu, as palavras, e o resto é nada mais…
Serei sempre eu, as memórias, e o resto é nada mais…
Eu tentei pintar na minha cara um sorriso igual àquele que eu sei: Está lá!
Num grão de areia entre as Mostardas e o Pinhal...
Eu vi que o céu me atrai bem mais que o chão,
Mas é tão cruel contemplar sozinho a imensidão...
Queria alguém pro universo observar...
  E aí sim seria só eu, você, e o resto é nada mais…
Seríamos eu, você, e o resto é nada mais…

"Queria, por um dia, conseguir mudar…
Deixar de ser errante, por um dia não andar.
Eu tenho uma ferida de cada lugar em que deixei guardada a solidão...
E é por isso, minha linda, que eu não sei lidar:
É muito mais do que o meu peito pode suportar...
Não quero sonhos com horas marcada pra acabar
Prefiro essas histórias imperfeitas pra contar..."

Será que há alguém por aí pra me fazer mudar?
Será que há alguém pra me ouvir?
.
.
.
Música Nova do Lucas (e da Fresno)! 
Vale à Pena conferir esse acústico "saído do forno"...
*---* 


Nenhum comentário:

Postar um comentário